Hoje, fazendo o meu primeiro pão, me veio uma reflexão. Seguindo uma receita, bati no liquidificador parte dos ingredientes e, depois, fui acrescentando, aos poucos, a farinha e misturando com as mãos.

Quanto mais eu batia na massa, mais ela encorpava e se unificava. Em seguida, a deixei descansando, por um bom tempo, e quando voltei, ela tinha dobrado de tamanho.

Será que é assim que a vida também faz com a gente. Quanto mais situações difíceis nos comprimem, nos reservam, mais fortes vamos ficando e crescidos, ampliados. A ponto de também, assim como a massa para virar pão, aguentarmos o forno pré-aquecido e ainda aproveitarmos a alta temperatura para aumentarmos a nossa beleza, desenvolvermos o nosso aroma e aguçarmos o nosso sabor, suscitando o suspiro das pessoas ao redor e o desejo de nos provarem; para, em seguida, inclusive, pedirem a nossa receita.

Mesmo sabendo que jamais ficará igual, que cada pão é único, que nem seguindo a mesma receita, se chegará ao mesmo resultado; pois, depende da singularidade dos ingredientes e do manejo das mãos de quem o faz. E essa premissa é a melhor parte, ser sempre original e haver diversas formas de ficar saboroso.

Obs.: A imagem não é fake, é a foto do pão que eu fiz. 🙂

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